gustavo

4 de julho de 2011

Na Bahia, contra o PNE de Dilma e pelos 10% do PIB já para a Educação

Oi Gente! Nesse sábado, dia 2, estive em Salvador/BA para lançar no Estado nossa Campanha contra o PNE de Dilma e apresentar nossa exigência de 10% do PIB já para a Educação. Participei de um cortejo que comemora a Independência da Bahia pelas ruas históricas de Salvador. A atividade foi muito bonita e recebeu total apoio da população baiana. Vejam mais nessa matéria feita pelo pessoal do PSTU-BA.


No dia em que se comemora a Independência da Bahia, 2 de julho, Amanda Gurgel esteve na capital baiana e participou do cortejo que aglutina movimentos sociais, partidos políticos e a população nas ruas do centro histórico de Salvador para resgatar as mobilizações do recôncavo baiano que expulsaram as últimas tropas dos colonizadores portugueses do Brasil em 1823.

A professora Amanda Gurgel participou do Bloco da ANEL-BA e, ao lado da juventude baiana, lançou no Estado a campanha contra o novo Plano Nacional de Educação (PNE) do Governo Dilma e por 10% do PIB já para Educação. Com faixas, palavras de ordem, batucadas, o bloco foi muito bem recebido pela população. Moradores e trabalhadores que assistiam ao cortejo parabenizavam a campanha e declaravam o seu apoio à luta em defesa da Educação, saudando a garra de Amanda Gurgel, que na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte denunciou a atual situação da Educação no Estado e em todo o país.


Amanda ainda esteve presente no Bloco da Oposição à atual direção da APLB (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia) e no bloco dos professores das Universidades Estaduais Baianas que recentemente estiveram em greve por melhores salários e contra o corte de verbas no Ensino Superior.


O PSTU-BA também esteve presente no cortejo. Com sua militância, levantou a bandeira por uma segunda Independência do Brasil e pelo não pagamento da dívida externa. A luta contra as opressões também foi tema do bloco que animou as ruas da cidade com palavras de ordem. 
 
Fonte: Informações do PSTU-BA

10 comentários:

Liga Polista disse...

Prezada Amanda, daqui a pouco você será candidata a alguma coisa e eu lhe cobrarei isso. Pense quando destila seus comentários sobre a política atual, pois amanhã você estará na mesma posição, recebendo salário de parlamentar e não fazendo nada, já que o que me parece você será candidata por algum partido nanico como PSTU ou PSOL que só criticam, vociferam e não resolvem nada. Ir no Faustão é a melhor opção? Pense nisso!
Abraços!

oliver disse...

A LUTA PELA CATEGORIA DEVE SER APARTIDÁRIA E LIVRE DE PRIVILÉGIOS PESSOAIS.

coquetelmolotov disse...

Liga polista conheça os estatutos do PSTU e sua prática mais de perto e deixe de falar asneiras. E uma pergunta o que é um partido nanico? É aquele que vende sua legenda para o vale tudo na política?

Tatiana Drummond disse...

Prezada Amanda,

espero que continue na luta por melhores salários e condições de trabalhos por nós professores.

Contudo, espero, também, que você não esteja usando esta bandeira simplesmente como uma plataforma para lançar candidatura a algum cargo político. gosto de partidos como PSTU, PSOL, mas não sou filiada a nenhum. Sou livre. Minha luta nada tem a ver com partidos. Aliás, o problema desse país é que tem muito político e pouco debate. Ninguém precisa de partido pra fazer política ou reivindicar alguma coisa. O brasileiro pensa que tem que ter algum vínculo "maçônico" (tipo um partido) pra conseguir ter voz. Se conseguissem entender que os "sem privilégio" estão em maior número...isso sim seria uma "epifania" revolucionária.

UNE - Combate ao Racismo disse...

Amanda, você não recebeu o prêmio mas vai na Globo. Ah, Me dê um tempo. A Globo também é neoliberal, conservadora, racista e machista.

E aí, lá pode ? Cadê a coerência ?

miguelbahia@gmail.com

Nerd Vermelho disse...

Ela não foi a Globo pela globo, ela foi pedir um salva de palmas para os professores em greve em pleno horário nobre de domingo. Se isso foi através da globo que seja. Isso é bem diferente do projeto memória do movimento estudantil de parceria da UNE com Fundação Roberto Marinho por exemplo...

Rosana Rogeri disse...

Quer mais dinheiro para que? Deixar livro mofar,desrespeitar aluno, humilhar... sinto muito, mas a educação não precisa de mais dinheiro para jogar fora não.

carlos henrique caetano disse...

Tatiana, seu comentário me choca. A ligação com um partido revolucionário e socialista não traz privilegios pessoais, não. Pelo contrário: traz a angústia da responsabilidade, traz compromisso e, devo te dizer, mais liberdade. Ninguém pode ser livre quando está sozinho, porque a liberdade não é algo individual. Como é que alguém pode se sentir livre enquanto toda a sociedade está presa aos interesses dos exploradores? Se você não acha que a transformação política vem por meio de um partido, poderia indicar alguma outra forma de fazê-la?

carlos henrique caetano disse...

Rosana, a situação da escola só mudará quando toda a sociedade passar por uma transformação radical. Mas, enquanto isso não acontece, precisamos nos fortalecer na luta. 10% do PIB para a educação melhoraria nossas condições de trabalho e nos faria mais fortes para lutar por uma sociedade diferente.

Tovo Augusto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.

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